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terça-feira, 11 de maio de 2010

Papa: “A Eucaristia é o coração do Brasil”:

CLIQUE ABAIXO:


Papa: “A Eucaristia é o coração do Brasil”



Vejam que lindo o vídeo de Bento XVI, falando em Português, invocando no final, graças por intercessão

De Nª Senhora Aparecida - é só clicar acima - a tradução está abaixo:

10/05/2010 (2:51)
"Dirijo uma saudação especial ao povo brasileiro que vai se reunir na sua capital, Brasília, para celebrar o XVI Congresso Eucarístico Nacional, de quinta-feira a domingo próximos, com a presença do meu Enviado especial, o Cardeal Dom Cláudio Hummes. No lema do Congresso, aparecem as palavras dos discípulos de Emaús “Fica conosco, Senhor”, expressão do desejo que palpita no coração de todo ser humano. Possais todos vós, pastores e povo fiel, redescobrir que o coração do Brasil é a Eucaristia. É justamente no Santíssimo Sacramento do Altar que Jesus mostra a sua vontade de estar conosco, de viver em nós, de doar-se a nós. A sua adoração leva-nos a reconhecer o primado de Deus, pois só Ele pode transformar o coração dos homens, levando-os à união com Cristo num só Corpo. De fato, ao receber o Corpo do Senhor ressuscitado, experimentamos a comunhão com um Amor que não podemos guardar para nós mesmos: este exige ser comunicado aos demais para assim poder construir uma sociedade mais justa. Por fim, estando próximo o encerramento do Ano sacerdotal, convido todos os sacerdotes a cultivarem uma espiritualidade profundamente eucarística a exemplo do Santo Cura D’Ars que, buscando unir o seu sacrifício pessoal àquele de Cristo atualizado no Altar, exclamava: «Como faz bem um padre oferecer-se em sacrifício a Deus todas as manhãs!». E enquanto invoco, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, as maiores graças do céu para que alimentados pela Eucaristia, pão da Unidade, se tornem verdadeiros Discípulos Missionários, a todos concedo benevolente Bênção Apostólica".

quarta-feira, 28 de abril de 2010

A Luz da Noite:

Atualizada em 28/04/2010 - 20:28h

* por Lucas Martins Gonzaga

A Luz da Noite


Por que muitos pais ficam com receio de permitir com que seu filho ou filhos freqüentem um grupo de jovens à noite? É mais perigoso não é mesmo? E o que vamos saber o que acontece no grupo que, aliás, os pais serão sempre bem vindos para participarem. Talvez seja mais fácil que meu filho continue na onda da maioria, freqüentando bailes que tem início a meia noite e terminam... Bom, não interessa que horário encerra essas festividades, afinal eles estão se divertindo não é mesmo? E com pessoas que você conhece e confia. Sim, não há o que temer.

Ah! Quem sabe o grupo de jovens irá fazer com que o jovem veja, não apenas no sentido de olhar para as pessoas, mas através delas, aprendendo a ler os sentimentos expressos pelas emoções. “Emoção”, esta palavra expressa o que temos de mais belo, mas também de mais burro, conforme dito por alguns psicólogos. Então é nesse ponto que o ser humano, especificamente os pais de jovens sentem-se igualmente ou ainda mais acanhados de ter um diálogo aberto.

Há algum tempo me contaram uma história interessante que gostaria de compartilhar, pois, desta me saiu uma idéia interessante, que batizo de “A luz da noite”. Então vamos ao fato. Um dia faltou energia num bairro da cidade, no qual morava a família desse meu amigo. Hoje dificilmente temos queda de energia, mas ela acontece quase sempre no horário nobre, que inicia sete da noite, onde geralmente as pessoas circundam os aparelhos de maior uso (como a televisão, computador, rádio etc.).

Imediatamente após a escuridão a família pôs-se a procurar velas para que pudessem iluminar alguns espaços da casa. Feito a iluminação provisória com velas o que aconteceu? O pessoal não podia tomar banho, nem gostaria de se aventurar em água fria. A televisão e suas novelas, o rádio e suas programações também estavam sem função.

Foi então que meu amigo notou que sua família estava reunida em volta da mesa, Eureka! Aleluia! Ele matutou um pouco e concluiu que fazia algum tempo que não sentavam juntos, e mais do que isso, trocavam idéias, riam, coisas que somente a simplicidade pode nos fornecer.

É o que está acontecendo na maioria de nossas famílias, não impondo isto para os denominados países de terceiro mundo, creio que seja uma realidade universal. As amizades entre casais e irmãos estão se tornando cada vez mais raras. Foi a partir desta história que surgiu a idéia de “A luz da noite”.

Precisamos resgatar o diálogo, a conversa em volta da mesa, na sala, ou como antigamente em volta do fogão a lenha, enfim, com a família reunida, conhecendo um pouquinho da vida das pessoas mais importantes de nossa existência, que muitas vezes vamos dar falta desse contato quando o perdemos. A proposta está lançada, agora é só você arregaçar as mangas e... Desligar a energia.



*Lucas Martins Gonzaga é jovem coordenador da Pastoral da Juventude da Paróquia Santo Antônio de Pádua, de Sombrio - SC

Dia 27 de abril 2010 - Reunião - Formação - Tema: "MISSA"

Com o Diácono Giba.EXCELENTE ESTA FORMAÇÃO!
OBRIGADO, SENHOR!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Bento XVI em Malta: "DEPENDEMOS TOTALMENTE DE DEUS"



O papa Bento XVI começou a visita de dois dias a Malta onde chegou ontem, 17, por volta das 17h (horário local), tendo sido recebido pelo presidente maltês, George Abela, e por outras autoridades civis, políticas e religiosas.

sábado, 17 de abril de 2010

17 de abril de 2010 - sábado:

1º contato e visita à Matriz SÃO JOSÉ de Tupi. Fomos recebidos pelo Padre Renato Luis Andreatto.

Objetivo e Tema: DIREÇÃO ESPIRITUAL.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Apelo de um grupo de católicos a todos os fiéis da Igreja Católica:


Esta convocatória é dirigida a todos os que desejem apoiar o Papa face à campanha movida pela comunicação social. Os responsáveis por este site garantem inteira confidencialidade, uma vez que a lista de assinaturas será apenas enviada à Santa Sé.

Santo Padre,

Há um ano, quando Vossa Santidade trabalhava pela unidade dos católicos e suspendia a excomunhão aos bispos da Fraternidade Sacerdotal de São Pio X, foi alvo daqueles que pretendiam ofuscar o brilho da Igreja no mundo. Não satisfeitos por haverem desacreditado a imagem da Igreja através da vossa pessoa, os mesmos meios de comunicação, que todos os dias promovem a imoralidade, lançam agora novas campanhas destinadas a comprometer-vos pela confusão e pela calúnia, manchando o vosso passado e a reputação de vossa família.

Recusando atacar as fontes dos males que eles próprios denunciam mas paralelamente defendem (a impureza, a imodéstia, e a difusão cibernética descontrolada), realçam de forma paradoxal os casos excepcionais encontrados no seio dos sacerdotes, esquecendo que estes constituem o corpo mais preservado, porque o mais próximo de Cristo, e que demonstram pelo seu compromisso que todos somos chamados à castidade em qualquer estado de vida.

Convencidos de que visam apenas atacar a mensagem do Evangelho e a Tradição da Igreja e simultaneamente concorrerem para o descrédito do celibato sacerdotal, queremos encorajar-vos com as nossas orações pelo vosso ministério. Que elas vos ajudem a assumir a missão que Deus vos confiou e a insistir naquilo que o mundo já não quer ouvir. Que Maria, nossa Mãe celestial proteja o vosso Pontificado.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

O Canto Gregoriano - Parte 1



Expressão musical da autêntica espiritualidade católica, nos dias atuais parece ressurgir das cinzas e encanta os católicos no mundo inteiro.
Marcos Luiz Garcia

Eles estão sorrindo! Como é possível?! — exclamou Nero, imperador romano do primeiro século da era cristã, ao entrar na arena para se deleitar com a visão dos restos esparsos pelo chão, ainda quentes e sangrentos, das vítimas de mais um espetáculo que acabara de promover.

O mesmo estupor invadia as centenas ou milhares de espectadores que afluíam frenéticos ao Coliseu (algo à maneira de certas torcidas futebolísticas de hoje). Iam assistir ao dantesco espetáculo das feras devorando cristãos, mas acabavam presenciando os mais admiráveis atos de coragem e fidelidade à fé de Jesus Cristo.

Aos poucos a noite caía, o silêncio dominava a cidade, o monumental centro de espetáculos ficava entregue às sombras, isolado e frio, sem viva alma. Era o momento em que, correndo sérios riscos, pequenos grupos de cristãos, prevalecendo-se das penumbras e da escuridão, se esgueiravam céleres a recolher os restos dos mártires, para levá-los às profundidades das catacumbas.

Num misto de veneração e tristeza, com lágrimas brotadas de uma dor profunda e ao mesmo tempo de uma resolução inabalável de fazer triunfar a santa Religião de Jesus Cristo, eles depositavam aqueles restos sagrados sobre mesas de pedra.

Tinha início comovente cerimônia. O bispo, sagrado por um dos Apóstolos, celebrava a Santa Missa, enquanto eram entoados cânticos próprios para aquela circunstância.

Gregoriano: o canto sacro católico que nasce

O que cantavam esses primeiros cristãos? Com certeza entoavam algum hino característico da tradição judaica, mas que aos poucos foi sendo aprimorado pela influência que o Espírito Santo exercia nos corações daqueles heróicos cristãos.

O cântico foi ganhando expressão nova, viva e impregnada de sobrenatural. Um timbre nunca observado antes, uma densidade desconhecida na sinagoga decadente daquela época, uma luz que abria sendas rumo ao futuro. Assim, o cântico sacro católico começou a desabrochar, como que regado pelo sangue dos mártires e pelo ardor invencível dos primeiros católicos. Era uma expressão, em última análise, do amor de Deus que dominava aqueles corações e almas fiéis.

Ao lado do crescimento do espírito religioso, um novo estilo de vida, uma nova maneira cristã de conduzir a existência temporal começou a nascer e a se expandir, primeiro dentro das catacumbas, depois para fora daquelas grutas insalubres. Todo um conjunto de valores, à maneira de uma árvore cheia de flores, começou a abrir suas pétalas e a perfumar o ambiente pagão da época.

O fogo de Pentecostes transformara-se num incêndio de grandes proporções. Contrapondo-se ao mundo pagão, às perseguições, às feras, aos constantes martírios, ia se consolidando cada vez mais a Igreja, que Nosso Senhor Jesus Cristo fundara com sua Paixão e morte redentora. Dos subterrâneos corredores catacumbais a Igreja chegou à superfície. Conquistou a mãe do imperador e fez dela uma santa; converteu o próprio imperador Constantino, que deu liberdade ao cristianismo. Depois ele mudou seu governo para Constantinopla, permanecendo em Roma a sede da Igreja Católica.

Como veremos, essa mudança contribuiu para que o canto sacro católico pudesse desabrochar com características próprias.

Aos poucos, o canto gregoriano torna-se a “voz” da Igreja

Em cumprimento à ordem “Ide e pregai o Evangelho a todos os povos”, expressa por Nosso Senhor, os cristãos expandiram-se para outras áreas de civilização. E o canto sacro foi recebendo organicamente as mais diversas influências dos gregos, egípcios e outros povos, dando origem a um conjunto variado, mas sem ainda uma expressão de unidade.

No final do século VI, a Providência Divina suscitou o Papa Gregório I que, pelo imenso contributo prestado ao bem da Santa Igreja, mereceu o título de Magno, e depois a glória dos altares. De nobre família romana, admirável cultor da música, conseguiu, a partir do estudo e ordenação das peças litúrgicas praticadas nos vários quadrantes onde se expandira a Igreja, disciplinar tanto a liturgia quanto a música sacra. Graças a seu êxito em manter o autêntico espírito sobrenatural do canto, a liturgia preservou a graça que estava conquistando o mundo e santificando cada vez mais as almas.

É oportuno lembrar aqui a definição de liturgia que Ismael Fernández apresenta em seu Curso Elementar de Canto Gregoriano: “Liturgia é a ação sacerdotal de Jesus Cristo, continuada na Igreja e pela Igreja sob a ação do Espírito Santo, por meio da qual ‘atualiza’ a sua obra salvadora através de sinais eficazes, dando assim um culto perfeito a Deus e comunicando aos homens a salvação”.

São Gregório Magno conseguiu não só aprimorar como também dar unidade e definição ao canto sacro, fato que acabou ligando até hoje seu nome a esse estilo de canto: gregoriano.

A partir de São Gregório Magno, a mais autêntica expressão sonora do espírito da Igreja definiu-se, ganhando novo impulso de expansão e elevação. O canto gregoriano tornou-se, por assim dizer, “a voz da Igreja”.

Fonte: Site da Revista Catolicismo